Ela chegou, entrou sem pedir licença,
Se instalou e tomou conta de todo o espaço,
Deixou inquietação por todo o corpo,
noites sem sono,nela o abandono.
Um imenso frio a dilacerar,
Num coração descompassado.
Em desatino, bate repetidamente,
Saudade...
Por que teima em machucar?
Pegue! Encha as malas e vá embora.
Me deixe viver agora...
Cida
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