Sem medo de tropeços, me atrevo;
Balança!
Balançam-se!
Balanço.
Não espere que me canse.
Nesse embalo vou do meu jeito,
No agrado dos que aceitam,
Os que não, dou-lhes o meu respeito.
Então, dê-me o tom que te trago o arco-íris;
De cores, cheiros e flores que o doce balançar da vida
Me ensinou ver, buscar e transformar...
;) Cida.
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