domingo, 9 de junho de 2013

Bicho estranho?

Não sei que ser estranho é esse,
Mas é inquieto e vive a perturbar,
Ele não entende e não se entende.
Simplesmente faz sem perceber maldade.
Uma fuga inútil que o faz do bem e o faz do mal.
Lança-te contra o que é normal,
Desperta um momentâneo gosto acompanhado,
De um profundo desgosto.
Pede socorro! Inútil...Ninguém parece ouvi-lo.
A hipocrisia faz anônimos
Enquanto tudo ocorre na mais perfeita bestilidade socialmente e
convencionalmente moral.
Segues tu, sozinho com teu grito silencioso,
Nesse mundo que é de todos,
De todos aqueles convencionalmente corretos.
Enquanto sigo com meus bichos,
estranho, sozinho...
Busca apenas um caminho que seja seu.
Um canto qualquer onde possa se assentar
E sentir-se seguro com esse tão estranho ser,
Que nele habita sem pedir licença,
Simplesmente, ali vive sem ser convidado.
Fato estranho?
Para alguns, para outros muito comum.
                  Cida,

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