domingo, 1 de fevereiro de 2015

sede de beber, sede de ver

E não é que a terra da garoa sofre por falta d` água.
Chegou a conta que o dinheiro não paga. Uma dívida muito alta, que foi acumulada ao longo da vida, muitos desses gastos foram realizadas na mais inocente ignorância do saber técnico, ético ou simplesmente genuíno mesmo. E não é necessário ser um químico, ambientalista para saber que desperdício, seja de água, comida, ou de se levar uma vida desregrada, com hábitos consumistas desenfreados. É claro que essa farra um dia chegaria ao fim. Afinal o mundo e seus recursos é de usufruto de todos e a fartura ou miséria desses recursos é de consequência dessa relação. Como é sabido,"Toda ação tem uma reação". Agora só resta tentar pagar o ônus sofrido e pedir clemência a mãe natureza por tamanha falta de sensibilidade e falta de gratidão.
          Cida.

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